Um vislumbre da saída da pandemia

É provável que metade da população termine esta semana vacinada, com a primeira dose — ou a única — dos imunizantes disponíveis contra a Covid-19.

Ontem à noite já eram mais de 100,8 milhões com a primeira aplicação, o equivalente a 47,6% do total de habitantes.

Em contraste, no ciclo completo de imunização contavam-se 41,4 milhões, ou 19,5% do total.

A boa notícia é que o país começa a vislumbrar a saída da pandemia. Em compensação, há má notícia em dose dupla:

1) comprova-se que poderia ter sido muito mais rápido, se o governo federal não tivesse relutado em comprar vacinas no tempo coerente com as ofertas, por exemplo, do Instituto Butantan, da Pfizer e da AstraZeneca;

2) O programa de vacinação continua claudicante e o Ministério da Saúde poderia demonstrar mais eficiência e agilidade a obtenção de vacinas e no despacho para Estados e Municípios imediatamente após o recebimento da carga.

Quanto mais rápida a vacinação, melhor a chance de oxigenação das atividades econômicas numa crise pandêmica agravada pelo risco político de descontrole fiscal e, também, de racionamento de energia.

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