Quem está por trás da placa de genocida

Um dos cinco militantes detidos na Praça dos Três Poderes, nesta quinta-feira, 18, após levantar  uma faixa contra o presidente Jair Bolsonaro chamando-o de “genocida”, hostilizou o ex-ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Trata-se de Rodrigo Grassi Cademartori, o Rodrigo Pilha. Ele foi assessor da deputada Érika Kokay (PT). Acabou pedindo demissão após uma revelação de VEJA, em 2014 – ele foi ao Rock in Rio enquanto estava de licença médica do seu cargo na Câmara.

Nesse mesmo ano, Rodrigo Pilha ofendeu Joaquim Barbosa chamando de “autoritário”, “projeto de ditador” e “tucano” na saída de um bar, em Brasília. Acompanhado de outros militantes, Pilha se mostrava ressentido com as condenações do escândalo do mensalão do PT. Barbosa foi indicado para o cargo de ministro do STF pelo ex-presidente Lula.

Ultimas notícias

Nunes Marques é sorteado relator de impeachment de Alexandre de Moraes

O ministro Nunes Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi sorteado nesta segunda-feira, 12, relator da ação protocolada pelo senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), que...

Atirador deixa ao menos um morto em escola nos EUA

Uma pessoa morreu e outra, um policial, ficou ferida após a ação de um atirador em uma escola em Knoxville, no estado americano do...

Bolsonarismo, conservadorismo e liberalismo (Por Denis Lerrer Rosenfield)

Jair Bolsonaro, em sua eleição, conseguiu encarnar a força do antilulopetismo, congregando em torno de si três correntes de ideias que, naquele então, apareceram...

Conversinha impublicável

A conversa telefônica entre o presidente Bolsonaro e o senador Jorge Kajuru é espantosa por muitos motivos. Primeiro, claro, pelo teor. O que se ouve...

Transe populista

Editorial de O Estado de S. Paulo (12/4/2021) Há anos o Brasil está entregue ao populismo. Desde pelo menos o final do primeiro mandato do...