Brasil: Audrey Azoulay fala sobre legado das vítimas da história para a sociedade justa
Em um discurso emocionante, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, destacou a importância do legado das vítimas de atrocidades e lutadores pela liberdade no Brasil. Ela enfatizou que essas histórias inspiram as gerações futuras a construir sociedades justas e igualitárias.
Durante sua visita ao país, Audrey Azoulay se reuniu com representantes do governo brasileiro, líderes da sociedade civil e familiares de vítimas de violência política. Ela expressou sua admiração pela forma como o Brasil está lidando com seu passado sombrio e reconhecendo as contribuições das vítimas para a construção da democracia.
A diretora-geral da UNESCO destacou que os legados dos lutadores pela liberdade e das vítimas de atrocidades são fundamentais para a sociedade brasileira. “Eles nos lembram da importância da memória coletiva, da responsabilidade de reconhecer os erros do passado e da necessidade de construir uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou ela.
Ao visitar o Memorial das Vítimas da Repressão, Audrey Azoulay homenageou as vítimas de violência política e expressou sua solidariedade às famílias que lutam por justiça. Ela também se reuniu com líderes da sociedade civil, incluindo representantes dos movimentos de direitos humanos e da luta contra a discriminação.
Ao finalizar sua visita, Audrey Azoulay ressaltou a importância do Brasil continuar a trabalhar em direção à construção de uma sociedade mais justa e igualitária. “O legado das vítimas e dos lutadores pela liberdade é um chamado para a ação, uma lembrança da importância de defender os direitos humanos e construir uma sociedade que valoriza a diversidade e a igualdade”, afirmou ela.
A visita de Audrey Azoulay ao Brasil foi um momento importante para refletir sobre o legado das vítimas da história e sobre a necessidade de continuar a trabalhar em direção à construção de uma sociedade justa e igualitária. A diretora-geral da UNESCO reforçou a importância do diálogo entre as gerações e a necessidade de aprender com o passado para criar um futuro mais justo e igualitário.